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No Lustre participa do Lançamento de nova versão da cerveja Three Monkeys Beer, A Cerveja dos Amigos


Há dois anos, em um curso de cerveja ministrado pelo Leonardo Boto, no elevado do Joá, um grupo de amigos cariocas (e cervejeiros) resolveram modificar a cena protótipo dominante de cervejeira do Rio de Janeiro e criaram a Three Monkeys.

Uma cerveja artesanal que lançou a sua primeira versão, Golden Ale, de cor dourada, alta fermentação e aroma e gosto com uma combinação única, que percorre o amargor ao levemente adocicado. Mirando e, claramente acertando o público-alvo, a Three Monkeys agrada desde finos degustadores aos bairristas.


No lançamento da terceira versão da cerveja, a Brownie Ale, uma parceria entre a Three Monkeys Beer e o Bronwie do Luiz; uma cerveja com aroma mais leve, e a presença de chocolate, e o No Lustre, esteve presente saboreando a cerveja e aprovando, além bater um papo com Leonardo Gil para sabermos um pouco mais sobre a história da cerveja que conquistou o território carioca e está se espalhando a cada dia mais:

Como surgiu a vontade de criar a Three Monkeys?
R: Na verdade, a gente sempre gostou muito de cerveja, sempre gostou muito de beber e de estarmos juntos. Nós éramos 3 no início, eu, Filipe e Bernardo. Eu e Bernardo, a gente é amigo desde criança, e Filipe estudou com Bernardo na faculdade. Sempre gostamos muito de cerveja diferenciada, daí uma vez o Filipe falou "Cara, a gente gosta tanto de cerveja, por que a gente não aprende a fazer a nossa? Eu encontrei um curso que a gente pode fazer." E eu falei "Vamos, cara. Beleza."

Como funcionou a escolha do nome da cerveja e o que levou vocês a escolherem?
R: Estávamos no curso, era em uma casa no Alto do Joá, cheia de árvores em volta, e aí no meio da fervura do malte sai um aroma muito bom de malte, e quando a gente olha para a cerca da casa; tinham vários macaquinhos! E como sempre fomos muito fãs de cerveja belga, queiriamos colocar o nome de Three Monks, e aí quando vimos os macaquinhos, nós falamos "Cara, tem que ser Three Monkeys!", e era assim, algo super amador. Queríamos fazer para os amigos, porque nossos amigos achavam que Heiniken era a melhor cerveja que tinha, e daí falamos "Cara, vamos começar a fazer nossa cerveja para dar para os amigos".

Como foi colocar uma cerveja artesanal independente no mercado? Vocês tiveram alguma dificuldade para as pessoas comparem a ideia?
R: Não, estamos há dois anos no mercado, e esse período está sendo marcado por uma mudança de comportamento de consumo, então as pessoas estão saindo mais da cerveja mainstream, que é a cerveja de massa, e estão indo para a cerveja um pouco mais apurada, cervejas diferentes, cervejas artesanais. Com relação a isso, nós não tivemos uma certa dificuldade porque todo mundo está nesse momento de querer experimentar o diferente.




Como tem funcionado a venda da cerveja?
R: Então, no início fazíamos a nossa própria distribuição, então tanto a venda no ponto de venda, como entrega. Depois, passamos usar uma empresa só para entregar, e agora nós voltamos um pouco e estamos trabalhando nessa parte mais logística internamente.

Quais são as perspectivas de mercado para a Three Monkeys? Vocês pensam em criar um bar temático?
R: Nós temos vontade sim! Até porque é muito importante. Nós temos uma cerveja, temos a nossa marca, mas assim, é legal você ter um público para tudo isso. Um lugar onde as pessoas entrem e sintam a experiência que é beber a Three Monkeys. Nós não queremos ter só uma cerveja. Nós queremos criar momentos.


Vocês pretendem trabalhar a Three Monkeys como marca de outros produtos ou permanecer só na cerveja?
R: Hoje o nosso negócio é cerveja, mas sempre achamos muito legal a camisa. Então nada mais justo do que ter pra gente camisa, boné. E acho que as pessoas curtem também ter boné aqui do Rio, algo mais próximo.

Esse é o lançamento da terceira versão da cerveja? Está nos planos de vocês lançarem outras versões?
R: Sim! Nós temos a Golden, a Índia White Ale e a Brownie Ale que estamos lançando hoje. E agora na semana que vem, no Mundial de La Biére, nos lançamos a quarta. Que é uma cerveja colaborativa com o Três Cariocas, que é outra cervejaria aqui de Rio de amigos nossos.



Qual a intenção dessa parceria da cerveja com o Brownie do Luiz?
R: Acima de tudo, ele começa por amizade. Nós somos amigos dos moleques do Brownie, e a gente sempre conversava "Po, por que a gente não faz uma cerveja com Brownie?". Eles super gostaram da ideia, eles vão estar aí daqui a pouco. E são duas coisas que nós somos apaixonados, então por que não fazer uma combinação disso? Além de que nos estamos querendo levar a felicidade em uma garrafa, e ela é recheada por duas coisas: cerveja e Brownie.

Qual o diferencial da Three Monkeys para fazer a gente beber ela e não as outras?
R: Nós falávamos muito que a nossa primeira cerveja era uma cerveja que agradava a todo mundo. Ela é uma Golden Ale, mas ela não é uma Golden Ale clássica, ela tem um leve doce como também tem um leve amargor, o que deixa a cerveja muito equilibrada. À Índia White Ale é uma cerveja refrescante, mas que também tem o amargor, e a Brownie Ale tem a pegada do chocolate, mas também o amargor. Acho que o diferencial das cervejas é que tanto os leigos, como também os especialistas, curtem bastante.

Onde é possível encontrar a cerveja?
R: Hoje nós ainda estamos focados no mercado do Rio. A gente tem entre 160/170 pontos de venda, você pode encontrar na Void, Comuna, Casa Carandaí. Fora do Rio, você só vai encontrar na Void de Porto Alegre.



Quer saber um pouco mais sobre a cerveja Three Monkeys Beer ou ficou com vontade saborear a Brownie Ale e outras versões da cerveja, entre em contato com eles através da Fanpage no Facebook, fb.com/threemonkeysbeer


Matéria por Kath Dévior Melo
Fotos por Vinícius Araújo

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